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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Notícia

Gostaria muito de me desculpar pelo tempo que ficamos sem fazer uma postagem no nosso blog, agora vamos voltar ao normal com nossas postagens. Eu espero que todos vocês gostem e possam nos ajudar com idéias para que possamos melhorar.
Muito grato Thiago Mendes.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bob Marley

O que mais te surpreende na humanidade?


Os homens. . . porque perdem saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para cuidar da saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.

E vivem como se nunca fossem morrer . . . e morrem como nunca tivessem vivido . . .



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A influência alheia.

Essa foto é do pintor, escultor e escritor Cadiz.
Ela retrata a forma com que somos influênciados pelos pensamentos alheios e de que forma eles tomam contam de nossa mente.

Certo ou Errado?

As pessoas estão sempre querendo aparecer, chamar atenção. Sem medir esforços elas se mostram, querem ser vista. São diversos os meios que elas usam, seja seu corpo, seu intelecto ou até mesmo seu lado algoz. Não importa, a questão é aparecer, numa sociedade onde os visíveis são aqueles que agrega algum poder, seja ele qual for, contando que o faça diferente dos outros!
Esse é o segredo. Para ser notado precisa ser diferente. Mas pensar diferente também é um caminho.
Por que temos que concordar com tudo que os outros dizem, por que não ter nossa própria opinião e expó-la livremente. Deixemos de ser marionetes fazendo sempre aquilo que nos ordenam que seja feito, o que nos dizem que é certo, e criaremos nossa própria capacidade de auto crítica.
Falar o que pensamos não é constrangimento desde que nós creditamos no que dizemos, quantas vezes reciclamos o que nos foi dito, convencendo a nós mesmos de que aquilo é certo e não há outra verdade, outros chegam e contam a nossa história, onde o autor deveria ser nós mesmos, os protagonista, esses tal visíveis acham que mantém o poder das vozes alheias, de forma a calar-nos todas as vezes que ouvir um sonido de expressão.
Eu porém não me omitirei em declarar os meus pensamentos a consiência é livre, então por que censurá-la e sujeitá-la aos inconscientes.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rompendo a exclusão



Ubirajara Gomes da Silva foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. Porém, Ubirajara sequer tinha um documento. Este homem praticamente não existia para a sociedade. Ele mesmo se sentia “invisível”, talvez até “irreal” Ubirajara Gomes da Silva nunca conheceu seus pais. Foi abandonado cresceu em um orfanato. Aos 18 anos era hora de deixar o orfanato. Na rua por onde todos passam,sem notar uns aos outros história se repetem pelas esquinas, pelos bancos de praça, pelos viadutos. "Procuro sempre lugares que tenham computadores públicos. Na internet, as diferenças diminuem, não me sinto distante de ninguém”. conta Ubirajara, fazendo uma analogia com a sua “invisibilidade” como morador de rua. “Estou aqui nessa esquina todas as noites ninguém vem aqui falar comigo" .Agora o seu salário de (R$ 954, mas que somando outros benefícios pode chegar quase a R$2.000)isso tudo nos prova que só depende de nós mudarmos o quadro da situação.

Aceitando as diferenças

Vivemos em busca de nossos próprio prazeres das nossa próprias vontades, o individualismo se faz presente em nossas vidas, de forma que tudo relativo ao outro, ao estranho, repudiamos, não aceitamos que o oposto esteja presente em nossas vidas, ele nos causa desconforto e insegurança, de maneira estúpida nos tornamos verdadeiros seletores de pessoas, verdadeiros seres mutante, sofremos metamorfose a cada instante, nunca estamos satisfeito com nada, com ninguém, principalmente conosco, a falta do outro nos faz sentir assim por mais que não percebemos somos um pouco de cada um, e se não tivermos cada um dentro de nós estamos , ficamos vazio de nós mesmo, precisamos despertar desse profundo sono que nos mantém inércio da realidade, e perceber que a igualdade parte da gente. Quando selecionamos as pessoas por raça, classe e etnia imperamos a desigualdade e o pré-conceito que muitas vezes tratamos como problema do outro e nunca como nosso, não reconhecemos como os nosssos atos afeta os outros e refletem em nós.

Reconheça a diferença entre seus desejos e suas necessidades. A necessidade de se sentir ligada a outras pessoas é tão vital para a sobrevivência humana quanto o alimento, a aguá e o teto